Olá, meus amigos. Feliz Ano Novo, 1º de janeiro de 2026 e eu aqui com vocês. Enquanto muitos celebram o recomeço, peço licença para voltar no tempo e contar a história que me despertou para a segurança no trânsito, que virou missão de vida. Muito cedo, perdi um dos melhores amigos. No dia 31, radiante, o carro dele estava na oficina, pegou um emprestado com um amigo, antes da meia noite. Voltando, na Radial Leste limpa, alta velocidade para ganhar tempo; numa curva, perdeu o contato com o solo e voou para o leito da ferrovia. Morte instantânea. Enquanto estouravam champanhes, para nós houve silêncio e dor: no primeiro dia do ano no enterro, cheios de perguntas por que tanta pressa? Aprendi, da forma mais dolorosa, que o trânsito não perdoa, somos frágeis, nada é mais importante que a nossa integridade. Ele desafiou o relógio e a física. Ao iniciarmos 2026: não repitam essa história. Atrasou? Aceite o atraso. Se o carro quebrar, não tente andar. Não há mágica: as diferenças podem custar a sua vida. O maior presente a quem você ama é a sua vida. A meta de 2026 é a consciência: dirija por você, pelos seus amigos, pela sua família, por todos que te esperam em casa. Um 2026 diferente, com muita segurança e muita consciência. Um abraço, paz no trânsito, um ano novo de muita vida para todos nós. Até a próxima semana. A gente se vê por aí.